Patrimônio histórico é fonte de análise no Plano Diretor

Você Sabia: patrimônio histórico vai merecer atenção especial no Plano Diretor Participativo

Você Sabia: patrimônio histórico vai merecer atenção especial no Plano Diretor Participativo

Apesar de estar prestes a completar 360 anos de reconhecimento na categoria de vila colonial e de ser um dos mais antigos municípios paulistas, Jundiaí conta formalmente com 12 de seus principais patrimônios oficializados nos órgãos do setor. Mas tem uma enorme quantidade de bens materiais cuidados pela comunidade e merecem atenção no processo do Plano Diretor Participativo.

O Conselho do Patrimônio Cultural (Compac) reconhece o tombamento da Ponte Torta, do Teatro Polytheama e da Fazenda Ermida. Além disso, a lei municipal 3.629/1990 protege as chaminés das antigas Argos Industrial e Fiação e Tecelagem Japy.

O Conselho Estadual de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat), além de reforçar a proteção do teatro, reconhece o tombamento do Solar do Barão de Jundiaí, da Serra do Japi, Guaxinduva e Jaguacoara, do Gabinete de Leitura Ruy Barbosa, da Estação Ferroviária da São Paulo Railway, do Grupo Escolar Conde do Parnaíba e do Grupo Escolar Siqueira de Moraes.

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Já o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tombou na cidade o conjunto de edificações da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

Confira as informações no site do plano Diretor Participativo

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Todos esses casos geram regras também para seus entornos.

Mas há uma outra categoria de âmbito municipal, entretanto, que oferece proteção temporária para incentivar formas de uso adequado, integral ou parcial, para quase 300 outros imóveis no município.

Trata-se do Inventário de Proteção do Patrimônio Artístico e Cultural (IPPAC), coordenado pelo Compac e pela Prefeitura de Jundiaí, que abriga áreas especialmente nos bairros mais centrais, para orientação dos futuros tipos de uso.

Simpósio
Além do trabalho técnico geral no Plano Diretor Participativo, coordenado pela Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, o assunto será abordado e divulgado em um simpósio organizado pela Diretoria de Patrimônio Artístico e Cultural, da Secretaria de Cultura, entre 26 e 28 de agosto.

José Arnaldo de Oliveira


Publicada em 17/07/2015 ▪ Leia mais sobre ,

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