Capítulo III – Parâmetros de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo

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  • Tatiana Reis Pimenta - FUMAS disse:

    O maior coeficiente proposto (5) está localizado na Zona de Desenvolvimento dos Corredores Urbanos, cujo objetivo é “o estímulo para o maior aproveitamento da terra urbana com o aumento nas densidades construtiva e demográfica.”
    Sendo assim, limitar essas áreas a uma densidade pode gerar uma situação existente no plano diretor atual, que permite a edificação de até 2,0 de aproveitamento, no entanto limita a densidade, o que resulta em unidades habitacionais com metragem quadrada acessível apenas à população de alta renda, muitas oriundas de outros municípios, como a Capital.
    O município de São Paulo, para evitar esse fenômeno, adotou a cota parte mínima, estabelecendo o mínimo de unidades que devem ser construídas no lote, evitando assim grandes empreendimentos com poucas unidades habitacionais, configurando um fenômeno corriqueiro nas grandes cidades que seria adensamento construtivo sem o adensamento populacional.

  • Rafael Massucato de Almeida disse:

    Que a altura máxima da edificação seja controlada pelo número máximo de pavimentos acima do nível da rua onde o imóvel possui frente, considerando que:
    a. 1 (um) pavimento poderá ter pé direito máximo de 3,50m medidos a partir do piso acabado até a parte inferior da laje que cobre este pavimento.
    b. Pavimentos com altura maior do que 3,50m deverão ser considerados como pé direito duplo, e contabilizados como 2 pavimentos.

  • Rafael Massucato de Almeida disse:

    Na legenda do quadro “Ocupação do solo por zonas” no item 1, trocar a palavra “máximo” por “mínimo” e suprimir a palavra “motorizados”.

  • Rafael Massucato de Almeida disse:

    Seja criada uma tabela de densidade demográfica para cada zona.

  • Rafael Massucato de Almeida disse:

    Deverá ser criada uma tabela na qual a taxa máxima de impermeabilização seja variável conforme a área total do lote, e a zona onde ele se enquadra. Lotes maiores devem ter maior permeabilidade do que os lotes menores, ou seja a taxa máxima de impermeabilização dos lotes maiores deverá ser menor do que a de lotes menores.

  • Rafael Massucato de Almeida disse:

    (modificar) Que a taxa de ocupação máxima seja sempre inferior à taxa máxima de impermeabilização, para todas as zonas.

  • Rose / Alissandra - SMO disse:

    1. Solicitamos mais informações acerca de critérios para a edificação quando da transformação de uso (vagas de auto, por exemplo)
    2. Solicitamos regras mais adequadas para as vagas de carga e descarga de veículos (dimensões intermediárias para veículos menores, quantidade adequada ao perfil de cada tipo de empresa mais relacionado com o dia-a-dia)
    3. Solicitamos que seja mantido o regramento de recuo lateral e fundos atual. Não consideramos que manter recuo de fundos necessariamente melhore a qualidade urbanística e de projeto das edificações, e sim um regramento de altura como hoje existe para a construção na divisa. Acreditamos que a edícula acabará por aparecer novamente como possibilidade construtiva, como incluída antigamente em outras leis de uso e ocupação do solo que previam o recuo de fundos. Acreditamos que limitar a altura da construção na divisa resguarda o vizinho, que julgamos ser o objetivo destes recuos.
    4. Sugerimos que caso seja determinado um recuo frontal onde não haja a previsão de nenhuma construção (inclusive abrigo), que este recuo não seja diminuído a 2m, pois consideramos muito pouco para se ter uma empena de parede de 4 andares, por exemplo e que não trará, na nossa opinião, qualidade à relação com o passeio pretendida. Sugerimos que seja mantido 4m de recuo para a edificação.
    5. Sugerimos que haja a possibilidade de prever a permeabilidade do solo de forma alternativa, como uma caixa de passagem de águas pluviais com fundo permeável (poço de absorção), dimensionada para reter, até a infiltração da água, um volume de água equivalente àquele que seria infiltrado na área de jardim.
    6. Sugerimos que as atividades a serem instaladas nos imóveis sejam determinadas pelo zoneamento e por uma classificação viária que leve em consideração a função da via (local, coletora ou arterial) e sua capacidade de absorver aquele impacto de trânsito e não simplesmente a largura da via. Que seja uma análise pontual e de avaliação atual. Temos casos em que a via tem função importante, porém sua largura atual não tem capacidade de absorver atividades de pólo gerador de tráfego, por exemplo. E não adianta a via ter alinhamento projetado se seu alargamento não ocorrer na mesma época em que a atividade será instalada.
    7. Solicitamos que seja mantido como parâmetro a densidade para determinar a quantidade de unidades habitacionais por imóvel.
    8. De forma geral, solicitamos mais informações palpáveis sobre os parâmetros para podermos avaliar e contribuir.

  • Luiz Dias da Silveira Junior disse:

    Não limitar o número de aberturas.

  • Luiz Dias da Silveira Junior disse:

    RETIFICAÇÃO DO ANTERIORMENTE ENVIADO PARA CORRIGIR PRINCIPALMENTE EM FUNÇÃO DA LARGURA DO LOTE, PARA EM FUNÇÃO DA LARGURA DA RUA
    A Região não está atraindo investidores. Basta andar pelas ruas e verificar a enorme quantidade de imóveis para vender e alugar. Deve sim buscar no presente plano diretor incentivos para atrair investidores. Por outro lado, há muito não há investimentos nessa região. Os que houveram ultimamente, foram para substituição de encanamentos para evitar perda d’água, na cidade. Usar os parâmetros para se instituir a outorga onerosa vai dificultar ainda mais a reabilitação dessa região. Além disso, as ruas nessa região são muito estreitas, e limitar as altura do prédio em função da largura da rua, vai inibir mais ainda os investimentos no local, principalmente para atrair comércio e serviço e entretenimento, que poderia revitalizar essa zona principalmente à noite, para que deixe de ser um lugar somente frequentado por profissionais do sexo e pessoas que procuram esse serviço, além de de oportunistas e meliantes, durante esse período, o que faz com que moradores e comerciante abandonem seus lares e estabelecimentos e os coloquem a venda, O que mais tem nessa região são imóveis para vender e alugar.
    Assim nessa região deve-se buscar parâmetros de uso e ocupação do solo que incentivem investimento, com melhor potencial construtivo.
    O que foi colocado torna a zona de reabilitação central restritiva e onerosa, que vai contra o proposito, que é a reabilitação.

  • Luiz Dias da Silveira Junior disse:

    A Região não está atraindo investidores. Basta andar pelas ruas e verificar a enorme quantidade de imóveis para vender e alugar. Deve sim buscar no presente plano diretor incentivos para atrair investidores. Por outro lado, há muito não há investimentos nessa região. Os que houveram ultimamente, foram para substituição de encanamentos para evitar perda d’água, na cidade. Usar os parâmetros para se instituir a outorga onerosa vai dificultar ainda mais a reabilitação dessa região. Além disso, as ruas nessa região são muito estreita, e limitar as altura do prédio em função da largura do lote, vai inibir mais ainda os investimentos no local, principalmente para atrair comércio e serviço e entretenimento, que poderia revitalizar essa zona principalmente à noite, para que deixe de ser um lugar somente frequentado profissionais do sexo e pessoas que procuram esse serviço, além de de oportunistas e meliantes, durante esse período, o que faz com que moradores e comerciante abandonem seus lares e estabelecimentos e os coloquem a venda, O que mais tem nessa região são imóveis para vender e alugar.
    Assim nessa região deve-se buscar parâmetros de uso e ocupação do solo que incentivem investimento, com melhor potencial construtivo.
    O que foi colocado torna a zona de reabilitação central restritiva e onerosa, que vai contra o proposito, que é a reabilitação.



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