Macrozona de Proteção da Serra do Japi e Serra dos Cristais

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  • Marcela Moro disse:

    Embora tenhamos conhecimento das restrições previstas na legislação específica da Serra do Japi, seria importante prever atividades de ecoturismo e turismo rural, em especial nas Zonas de Conservação Ambiental da Ermida, Malota e da Terra Nova, esta última, inclusive, onde hoje se localizada a Rota Turística da Terra Nova, em processo de implantação.
    Para fins de conceituação e direcionamento, conforme os Marcos Conceituais do Ministério do Turismo, entende-se como turismo rural “o conjunto das atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometidas com a produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade.” (Fonte: http://www.turismo.gov.br/sites/default/turismo/o_ministerio/publicacoes/downloads_publicacoes/Diretrizes_Desenvolvimento_Turismo_Rural.pdf)

    Considera-se, portanto, empreendimento de turismo rural a pessoa jurídica destinada à produção de bens e serviços, que registre matriz ou filial no Município de Jundiaí, e que exerça atividades de:
    I – administração de hospedagem em meio rural localizados nas Rotas Turísticas e em áreas adjacentes;
    II – fornecimento de alimentação e bebidas em restaurantes e meios de hospedagem rurais localizados nas Rotas Turísticas e em áreas adjacentes;
    III – organização e promoção de visitas a propriedades rurais produtivas ou propriedades rurais inativas de importância histórica ou naturais localizadas nas Rotas Turísticas e em áreas adjacentes;
    IV – exploração de vivência de práticas do meio rural;
    V – exploração de manifestações artísticas, culturais ou religiosas no meio rural, localizados nas Rotas Turísticas e em áreas adjacentes.
    VI – Produção e comercialização de bebidas e alimentos in natura – cereais, peixes, frutas, legumes, verduras orgânicas – ou processados – vinho, doce, mel, aguardente, pão, embutidos em formato de agroindústria;
    VII – Comercialização de produtos artesanais e trabalhos manuais.
    VIII – Criação de animais;
    IX- Atividades equestres e de pesca, atividades de ecoturismo, esportes de aventura, caminhadas, ciclismo, atividades pedagógicas no ambiente rural;
    X- manifestações folclóricas, música, dança, tradições religiosas, gastronomia típica, saberes e fazeres locais;
    XI – visitação a fazendas, casas de cultura e ao patrimônio.

    Para fins de entendimento do Conceito de Ecoturismo, de acordo com o Ministério do Turismo, Ecoturismo é um segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações. O Ecoturismo assenta-se no tripé: interpretação, conservação e sustentabilidade. (Fonte: http://www.turismo.gov.br/sites/default/turismo/o_ministerio/publicacoes/downloads_publicacoes/Ecoturismo_Versxo_Final_IMPRESSxO_.pdf)

    Fonte: http://www.turismo.gov.br/central-de-conte%C3%BAdo/83-publica%C3%A7%C3%B5es/5292-caderno-e-manuais-de-segmenta%C3%A7%C3%A3o.html

  • Ariovaldo Turra disse:

    Considerando que a Cidade já tem instrumentos importantes e eficientes de Proteção, tal como a instituição da APA, que na maioria dos municípios abrange apenas alguns setores e atributos de grande importância para a Cidade, e aqui fora instituída na totalidade do município.
    Que não haverá desenvolvimento sustentável que perdure, se não se compatibilizarem as funções sociais da Cidade, da propriedade com a função econômica, pois haverá perdas de arrecadação para os cofres públicos.
    É preciso que se resgate todos os estudos elaborados na proposta de tombamento da Serra do Japi e readequá-los com a atual crise hídrica.
    Requer mais tempo para discussão, (60 dias)



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